Japão em "alerta máximo" para evitar catástrofe ecológica
O terremoto de 9 graus de magnitude e o tsunami que se seguiu deixaram cerca de 28 mil mortos e desaparecidos e prejudicaram os sistemas de resfriamento dos reactores da central de Fukushima, provocando uma série de acidentes e vazamentos radioactivos.
Durante uma reunião no Parlamento, o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, reconheceu que a situação continua imprevisível e afirmou que seu governo enfrenta o problema em "estado de alerta máximo".
As operações continuam na central nuclear, com o objectivo de estabilizar a situação nos reactores e reparar os circuitos de refrigeração. Além disso, é preciso limitar o despejo da água do mar, usada em grande quantidade nos primeiros dias para arrefecer os reactores, no meio ambiente. Esta água foi substituída recentemente por água doce, por causa dos efeitos corrosivos do sal no material.
Os receios de contaminação da natureza e da cadeira alimentar aumentaram depois do anúncio, na segunda-feira, de que equipas detectaram plutónio no solo da central de Fukushima.
Durante uma reunião no Parlamento, o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, reconheceu que a situação continua imprevisível e afirmou que seu governo enfrenta o problema em "estado de alerta máximo".
As operações continuam na central nuclear, com o objectivo de estabilizar a situação nos reactores e reparar os circuitos de refrigeração. Além disso, é preciso limitar o despejo da água do mar, usada em grande quantidade nos primeiros dias para arrefecer os reactores, no meio ambiente. Esta água foi substituída recentemente por água doce, por causa dos efeitos corrosivos do sal no material.
Os receios de contaminação da natureza e da cadeira alimentar aumentaram depois do anúncio, na segunda-feira, de que equipas detectaram plutónio no solo da central de Fukushima.
This entry was posted on terça-feira, 29 de março de 2011 at 11:41. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response.
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