Conflitos na África estão gerando deslocamentos massivos
Genebra - A continuidade e a evolução dos conflitos na Líbia e na Costa do Marfim estão provocando o deslocamento massivo de milhões de pessoas, advertiu hoje o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).
Na Costa do Marfim, o ACNUR estima entre 700 mil e um milhão de pessoas já se deslocaram dentro do país - além dos mais de 100 mil marfinenses já registrados pela agência na vizinha Libéria - por causa da violência pós-eleitoral iniciada no ano passado.
Na Líbia, as primeiras estimativas de deslocamentos internos totalizam mais de 25 mil pessoas, sendo que outras 351 mil já deixaram o país desde o início dos conflitos entre forças leais e de oposição ao governo.
Os conflitos nestes dois países geraram crises humanitárias que estão sendo respondidas pelo ACNUR e por outras agências, com o apoio da comunidade internacional. A agência está presente tanto no norte como no oeste da África, prestando assistência aos deslocados internos, refugiados e outros grupos vulneráveis que fogem dos conflitos.
Entretanto, segundo a porta voz do ACNUR em Genebra, Melissa Fleming, as condições de segurança na Líbia e na Costa do Marfim têm sido um impedimento para o trabalho humanitário. Na cidade marfinense de Guiglo, o escritório do ACNUR foi saqueado na quarta-feira passada por homens armados sem identificação. Eles levaram três veículos, duas motocicletas, todos os móveis e equipamentos do escritório. Outros veículos também foram roubados de várias outras agências humanitárias na região.
“Por sorte, ninguém ficou ferido. O ACNUR condena a pilhagem das dependências da agência e reitera seu pedido de que todas as partes protejam os civis e deixem de agredir deliberadamente as organizações humanitárias”, afirmou Fleming.
Na Costa do Marfim, o ACNUR estima entre 700 mil e um milhão de pessoas já se deslocaram dentro do país - além dos mais de 100 mil marfinenses já registrados pela agência na vizinha Libéria - por causa da violência pós-eleitoral iniciada no ano passado.
Na Líbia, as primeiras estimativas de deslocamentos internos totalizam mais de 25 mil pessoas, sendo que outras 351 mil já deixaram o país desde o início dos conflitos entre forças leais e de oposição ao governo.
Os conflitos nestes dois países geraram crises humanitárias que estão sendo respondidas pelo ACNUR e por outras agências, com o apoio da comunidade internacional. A agência está presente tanto no norte como no oeste da África, prestando assistência aos deslocados internos, refugiados e outros grupos vulneráveis que fogem dos conflitos.
Entretanto, segundo a porta voz do ACNUR em Genebra, Melissa Fleming, as condições de segurança na Líbia e na Costa do Marfim têm sido um impedimento para o trabalho humanitário. Na cidade marfinense de Guiglo, o escritório do ACNUR foi saqueado na quarta-feira passada por homens armados sem identificação. Eles levaram três veículos, duas motocicletas, todos os móveis e equipamentos do escritório. Outros veículos também foram roubados de várias outras agências humanitárias na região.
“Por sorte, ninguém ficou ferido. O ACNUR condena a pilhagem das dependências da agência e reitera seu pedido de que todas as partes protejam os civis e deixem de agredir deliberadamente as organizações humanitárias”, afirmou Fleming.
This entry was posted on sábado, 26 de março de 2011 at 06:12. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response.
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