Acesso limitado e muita segurança: os bastidores da 'Operação Obama'
Nem parecia o último dia de verão nas piscinas da sede do Flamengo, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. A visita do presidente americano Barack Obama ao Brasil, o uso do campo de futebol como heliporto e o fechamento da maior parte do clube por motivos de segurança afastaram os sócios, apesar da temperatura amena e convidativa para um banho de sol. Em domingos normais, o local costuma ficar lotado. Apenas o parque aquático e quatro quadras de tênis estavam funcionando. Não havia acesso ao campo de pelada próximo ao gramado principal, onde Patrícia Amorim entregou uma camisa 10 personalizada ao presidente.
Quem realmente sentiu o impacto da visita do presidente americano e do uso do clube foram as lanchonetes, que tiveram uma queda significativa nas vendas. Segundo os funcionários de uma delas, no parque aquático, as vendas ficaram abaixo da metade desde as 17h de sexta-feira, quando a maior parte da sede foi fechada pelo Exército brasileiro. O único restaurante da sede, ao lado da arquibancada do campo de futebol, nem pôde abrir.
This entry was posted on domingo, 20 de março de 2011 at 16:36. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response.
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