Massacre em Realengo: Prisão encerra investigação

Foto: Leslie Leitão / Agência O DiaUma semana depois do massacre de Realengo, a Divisão de Homicídios (DH) colocou um ponto final na investigação e concluiu que Wellington Menezes de Oliveira agiu sozinho, desde a compra das armas até o momento da execução do plano macabro, que deixou 12 estudantes  mortos, na manhã do último dia 7. Ontem à tarde, os policiais apresentaram o homem que vendeu o revólver 38 para o assassino. Foi com esta arma que ele fez 60 dos 66 disparos dentro da Escola Municipal Tasso da Silveira.
Manoel Freitas Louvise, de 57 anos, é segurança e chegou a trabalhar com Wellington numa fábrica na Freguesia. Avô de um adolescente de 12 anos (mesma idade de algumas das vítimas), ele se defendeu: “Eu não sabia que ele ia fazer isso. Ele dizia que era para a segurança pessoal”.